sábado, janeiro 19, 2013

Infinito
Livre
Sexual

quarta-feira, janeiro 16, 2013

Nós somos os filhos dos hippies


Nossa juventude tresloucada.
Nós somos a geração que quebrou o código de que "jovens imitam a geração de seus avós, tentando ser diferentes de seus pais". Nós não somos diferentes de nossos pais.
Nós, que nascemos na década de 90.
Nós somos como nossos pais, querendo ou não. Nós somos os novos hippies, os novos punks, os novos roqueiros, os novos undergrounds, os novos hiphopers, os novos viajantes, os novos drogados e até os novos caretas. Nós somos os nossos pais, só que novos.
Nós somos os filhos dos hippies.
Nós somos os filhos da geração coca-cola.
Nós somos os filhos dos hippies.

sábado, janeiro 12, 2013

Uai, quê que cê acha?

Mas por que será que,
de uns tempos pra cá,
só mocinhas de Minas
com tatuagens circulares
no ombro ali perto das costas?

terça-feira, janeiro 08, 2013

Natureza


A primeira vez que a vi foi ao passar descontraído pela orla da floresta. Ela era uma linda morena. Me fez parar pra olhar. Ela então me chamou com os olhos, entrou na mata, a segui. Não sabia nem por onde andava, mas estava certo de que iria parar num lugar mágico. Não foi diferente do que pensei, estava escurecendo quando cheguei à cachoeira mais linda que já vi. E lá estava ela, tirou a roupa e entrou na água. Não entrei junto, não tirei minha roupa nem falei palavra a ela. Só a observei, parado ali, de longe.
Acordei. Tenho até hoje a lembrança daquela sereia que me hipnotizou e me deixou sozinho a pensar, embriagado e perdido na floresta, sentindo o cheiro da mata, o cheiro dela, ouvindo a água bater nas pedras. Me apaixonei pela Natureza, desde esse dia vou à cachoeira de vez em quando, só para vê-la de novo, só para senti-la de novo.
Hoje entro na água quando ela me chama e acordo feliz por tê-la sentido entre minhas mãos, em minha cabeça, de olhos fechados, em meu corpo todo.
Sou apaixonado pela sereia Natureza.

quinta-feira, janeiro 03, 2013

Angra dos Reis


Será você então minha consciência?
E por que então me apaixonei?
Ou será que é só carência?