sábado, outubro 16, 2010

Freedom, oh, freedom

A sensação de liberdade. De estar indo pra algum lugar, não estar parado. Eu preciso dessa sensação pra ficar vivo, pra saber que estou vivo. É quase como me machucar, só que de um jeito bom. É sentir o vento passando, a vida rolando pela minha frente.
Chega de ver a vida nos outros, agora eu quero viver a minha própria.
Eu quero a minha liberdade. Eu preciso da minha liberdade. Preciso saber que estou indo, não importa aonde eu vou, não importa se eu vou voltar.
As rédeas da sociedade me prendem. Essa sociedade que insiste em dizer pra eu fazer tudo que eu quero fazer. Acho que eu levo isso a sério demais. Acho que eu devia parar. Mas eu não quero parar, não agora. Não agora que eu cheguei aqui, que o mundo já me fez inteiro.
O mundo é hipócrita. O mesmo mundo que me disse "seja você mesmo" agora me julga por quem eu escolhi ser. As mesmas pessoas que me disseram "não espere chegar amanhã pra fazer o que você quer" são essas que hoje me falam pra esperar mais um pouco, que ainda não tá na hora. Na hora de quê? Quanto tempo eu vou esperar pra fazer o que eu gosto? Pra viver minha vida, pra curtir as coisas. O tempo não espera. E nem a liberdade. E a minha já tá batendo na porta há muito tempo. Eu tenho que correr, porque se eu for esperar ficar mais velho, daqui a pouco vão me dizer que eu sou velho demais.

segunda-feira, setembro 20, 2010

Outsiders

Não sigo padrões, não tenho rótulos, não "faço média",
não repito comportamentos, não sigo a massa.

Afrontando o mundo de uma maneira divergente. Capacidade de observar fatos que os "insiders" não percebem. Capaz de compreender, sistematizar a superestrutura da sociedade e as relações pessoais e sociais; diante desse sistema insatisfatório, cria seu espaço particular e constrói vinculações lógicas incompreensíveis para os insiders. Às vezes esta capacidade não leva ao contentamento. Mesmo utilizando, pois, das artes para dar vazão ao que vê e sente, sabemos que estamos fora do mundo, não pertencemos a ele, nossa vida está irremediavelmente longe do cotidiano das pessoas normais, grande exército de INSIDERS. Solidão quase absoluta (mesmo cercado de amigos), frustração com a vida amorosa e dificuldade para relacionar-se com as regras e estruturas da sociedade (mesmo as mais simples).

Eu não vou me adaptar...


Só porque eu me identifiquei. Não é meu texto, não sei de quem é. Postei pra passar o tempo, porque meu tempo tá muito parado. Só isso.

sexta-feira, agosto 27, 2010

Pra lembrar da gente

Uma pequena declaração pra aqueles que fizeram do meu ano de 2010 um muito dino.

Uma turma que marcou de verdade, e que vai ficar pra sempre... nem que seja na memória.
Uma pequena parte da nossa história que vai ser guardada como ouro, das nossas risadas, das nossas amizades, de quando a gente chora, de quando a gente brinca. De quando a gente fala perversões na aula de geografia... só na aula de geografia? Nós somos dinos pervertidos! hahaha
Essa é uma parte da vida que eu escrevo aqui com várias internas que só vocês vão saber e que eu vou adorar contar no futuro e rir das bobagens dinossáuricas que nós falamos e fazemos.
Pra turma que se une pra conversar na hora da aula e pra estudar o resto do dia. Ou não, né? Da turma que fala sobre tudo, tudo mesmo. Da turma que tem suas histórias e que vai ter muitas outras. Da turma que é mais dino que toda turma.
Da turma 101. E de outros. Da turma. Pra turma.
Da que aqui escreve para o Leonardo, a Luciana, o Fellipe, a Giulia, a Beatriz, a Jéssica, a Bruna, o João Luiz, a Gabriella, a Clara, a Roberta e se eu esqueci de alguém é porque eu sou muito Dory.
Da dino para todos os meus dinos que estão no coração. Porque eu amo muito vocês, gente.

quarta-feira, julho 21, 2010

Colorido é o caralh*

Sabe, eu tenho o cabelo colorido. Colorido mesmo, não ruivo ou preto ou loiro. Meu cabelo já foi rosa, agora é roxo e essa semana passará a ser azul, verde, amarelo, laranja e vermelho (sim, tipo o arco-íris). E eu relevo que muitas pessoas na minha vida: da escola, do meu prédio, na minha rua, nas outras ruas, minha família, alguns amigos meus e muitos outros babacas por aí não gostem do meu cabelo, achem que eu estrago ele, achem que eu sou rebelde, falem mal de mim... eu realmente não me importo. Aliás, se eu me importasse não teria pintado o cabelo, pra começar. Mas, apesar de achar chato às vezes, mas eu compreendo que as pessoas me vejam assim. Ou que muitos só me conheçam por "aquela do cabelo colorido". Mas o que me deixa puta, muito puta mesmo, de querer quebrar meus óculos no meio, são essas pessoas que associam meu cabelo colorido a bandas coloridas. PORRA! NÃO FAÇAM ISSO! Seus mongos, babacas, idiotas, imbecis! Eu não sou colorida, deixa eu dizer de novo, eu não sou colorida, mas um vez, EU NÃO SOU COLORIDA! E não é uma coisa como me chamarem de emo, ou "do rock"... isso eu não me importo, porque eu não tenho nada contra eles. Aliás, eu sou meio do rock, até. O problema que a colorice ME IRRITA. Mas assim, profundamente. Por vários motivos: eles não têm senso de moda (sério, onde está a beleza numa pessoa com uma calça verde limão e uma camisa laranja?), eles são ridículos (mesmo, tem algumas pessoas que gostam de colorice que são até legais, mas a maioria é até difícil de conversar de tão blergh), essas bandas coloridas têm umas músicas nojentas, tipo... tipo Justin Bieber, e coisas assim, sem nenhuma letra, só musiquinhas de amor bobas e, pior de tudo, ainda chamam isso de rock! Cara, isso não é rock, desculpa.

Mas voltando ao meu assunto... aí vêm esses animais e falam "ah, você é colorida né?", "ah, você gosta de Restart? Gosta de Cine?". E minha resposta pra eles é um grande "NÃO!" com um facepalm maior ainda. Isso porque eu sou decente e não estrangulo o babaca. Porra, olha o que você tá falando! Olha pra mim, o que eu tenho de parecido com essas pessoas?! Eu só uso preto, eu não uso skinny, eu não uso aqueles nikes retrô fosforescentes (apesar de achá-los bem legais), eu não tenho cabelo de colírio... aliás, as duas únicas coisas que possam me fazer parecidas com eles são meus óculos grandões e meu cabelo colorido. O que na verdade é só uma coisa porque se você for reparar NENHUM DELES TEM CABELO COLORIDO. Acorda! Isso resume tudo que me faz parecer com um colorido a uns óculos grandões, o que não tem nada a ver porque os óculos que eu uso é porque eu sou nerd (ou geek, tanto faz) e sou bem poser disso. Então sério, gente, acorda e pára de me chamar de colorida antes que eu mate um de vocês.

Sério.

E só pra esclarecer: eu não odeio ninguém que já me falou que eu pareço colorida. Eu só odeio o fato de falarem que eu pareço colorida. Sério, tenho alguns amigos que já fizeram isso e eu sinceramente não os odeio. Os amo muito, na verdade.

sexta-feira, julho 02, 2010

Ramoníacos

Só uma pequena propaganda da lojinha punk do arpoador, que fica do lado do Siri Cascudo. Sério.
Então, pra quem gosta de Ramones, pra quem gosta de punk, pra quem gosta de roupa e pra quem gosta de música. E até pra quem não gosta, mas mora perto, ou pelo menos gosta da Aki (e tem alguém?), passa lá pra dar um oi. De terça a sábado, de 14h às 19h -na verdade de quarta a sábado abre às 10h. Vai que passa a gostar né. :)



É isso aí gente, primeiro -e provavelmente último- post exclusivamente propagandacional(?).
Passem lá pra falar com a Aki e ouvir música boa. Não custa nada.

Joey Ramone Place - Galeria River
Rua Francisco Otaviano, 67: LOJA 46
COPACABANA - Telefone: (21) 2523.4604